Artesãos reinvidicam inclusão do setor nas formas de fomento do MinC
A Pré-conferência Setorial de Artesanato marcou o começo das relações com do setor com o Ministério da Cultura. Sem perder tempo, os representantes dessa área artística elaboraram suas cinco propostas com base nos eixos da II Conferência Nacional de Cultura. A base das reivindicações está na inclusão do setor nas formas de fomento tanto do Ministério da Cultura como de outras instituições.
Veja o texto completo das propostas:
(1) Criar edital específico de fomento ao artesanato, regionalizando de forma a ampliar o acesso e assegurar maior igualdade na distribuição de recursos federais.
(2) Estimular a produção, circulação, comercialização e intercâmbio da produção artesanal, garantindo o acesso aos pontos de comercialização do artesão visitante, por meio de feiras e eventos nacionais e regionais anuais, inclusive com a criação de feiras específicas de produtos brasileiros nas cinco macrorregiões, com a efetiva participação do trabalhadores artesãos organizados na gestão destes eventos.
(3) Ampliar e desenvolver programas públicos para formação na área do artesanato, integrando os mestres artesãos e seus conhecimentos, em parceria com instituições de ensino, visando à capacitação técnica, ao estímulo à pesquisa, ao resgate de técnicas tradicionais e garantindo ao artesão ensinar em estabelecimentos formais de educação.
(4) Criar um fórum interministerial com participação de representantes do Setor de Artesanato, visando a traçar estratégias conjuntas voltadas para o desenvolvimento do setor artesanal e ampliar os mecanismos de financiamento público e/ou privado, objetivando a produção, a divulgação e a comercialização do artesanato e garantindo que, onde houver dinheiro público, o artesão participe dos eventos sem custos. Fortalecer o controle social sobre a aplicação destes recursos repassados pelos órgãos públicos por meio de conselhos compostos por membros do governo e da sociedade civil organizada do artesão.
(5) Promover espaços permanentes de diálogos e fóruns de debate sobre o artesanato, aberto aos artesãos e suas organizações nas casas legislativas do Congresso Nacional, Assembleias Estaduais e Distrital, Câmaras Municipais e Ministérios que atuam na área, inclusive objetivando a regulamentação da profissão do trabalhador artesão.
O grupo reunido em Brasília também elegeu seus representantes para a II Conferência Nacional de Cultura. Conforme sugerido no regulamento da pré-conferência, dois deles são de cada região do país. Conheça-os:
DELEGADOS
Sul ?
Teresa M. de Sousa
Ana Paula Alvareg
Esse é um espaço independente,participativo e democrático ,sem fim lucrativo. Destinado a todos os Artesãos Catarinenses . Tem como objetivo unir ideias e informações que contribuam com o desenvolvimento do artesanato no estado de Santa Catarina .
terça-feira, 23 de março de 2010
OUVI DIZER QUE!
CONGRESSO NACIONAL DOS ARTESÃOS
Ola! Pessoal, estava previsto que este ano o congresso nacional dos artesãos deveria acontecer no Rio de Janeiro no mes de março!!!!
Até agora não temos nenhuma informação a respeito se vai ou não acontecer.
Se tiverem alguma informação por favor nos passem.
Um abraço.
Ola! Pessoal, estava previsto que este ano o congresso nacional dos artesãos deveria acontecer no Rio de Janeiro no mes de março!!!!
Até agora não temos nenhuma informação a respeito se vai ou não acontecer.
Se tiverem alguma informação por favor nos passem.
Um abraço.
segunda-feira, 22 de março de 2010
PREMIO ARTESÃO DO ANO . EDIÇÃO 2010
Criado em 2006 , o "Prêmio Artesão do Ano" tem como objetivo valorizar o Artesão brasileiro através de votação popular.
O Prêmio é dividido em 2 fases.
Na primeira fase, com votação livre através da Internet, o público , baseado no trabalho, carisma, talento, destaque no último ano, entre outras qualidades, escolhe seu Artesão preferido (apenas um).
Na segunda fase, os Artesãos mais votados são separados em categorias, sendo que os 20 com maior número de votos, independente da técnica desenvolvida, entram na categoria principal "Artesão do Ano" e o público decide qual o Artesão que merece ser homenageado nessa categoria.
Nas demais categorias, os Artesãos escolhidos pelo público serão analisados por uma comissão julgadora não pública, que será revelada no dia da premiação .
A premiação acontece no dia 29 de Junho, dentro da feira "Mega Artesanal", apenas para convidados
MAIS INFORMAÇÕES :
http://www.artesaodoano.com.br/
O Prêmio é dividido em 2 fases.
Na primeira fase, com votação livre através da Internet, o público , baseado no trabalho, carisma, talento, destaque no último ano, entre outras qualidades, escolhe seu Artesão preferido (apenas um).
Na segunda fase, os Artesãos mais votados são separados em categorias, sendo que os 20 com maior número de votos, independente da técnica desenvolvida, entram na categoria principal "Artesão do Ano" e o público decide qual o Artesão que merece ser homenageado nessa categoria.
Nas demais categorias, os Artesãos escolhidos pelo público serão analisados por uma comissão julgadora não pública, que será revelada no dia da premiação .
A premiação acontece no dia 29 de Junho, dentro da feira "Mega Artesanal", apenas para convidados
MAIS INFORMAÇÕES :
http://www.artesaodoano.com.br/
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
ARTESANATO PERPETUA A HISTÓRIA CATARINENSE
ARTESANATO PERPETUA A HISTÓRIA CATARINENSE
A riqueza de um país é traduzida por intermédio das suas várias manifestações produtivas. Dentre elas, encontramos o artesanato, como manifestação cultural e econômica, mas milhares de rostos anônimos escondem-se sob a sua costumeira informalidade. Ficam assim excluídos dos cenários geradores de apoio ao trabalhador, apesar dos números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, demonstrarem a importância do setor na economia brasileira. O artesanato, além de representar a principal fonte de sobrevivência para 8,5 milhões de pessoas, movimenta cerca de R$ 28 bilhões por ano, o que corresponde a 2,7% do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB).
Fonte Sebrae-S.C.
A riqueza de um país é traduzida por intermédio das suas várias manifestações produtivas. Dentre elas, encontramos o artesanato, como manifestação cultural e econômica, mas milhares de rostos anônimos escondem-se sob a sua costumeira informalidade. Ficam assim excluídos dos cenários geradores de apoio ao trabalhador, apesar dos números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, demonstrarem a importância do setor na economia brasileira. O artesanato, além de representar a principal fonte de sobrevivência para 8,5 milhões de pessoas, movimenta cerca de R$ 28 bilhões por ano, o que corresponde a 2,7% do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB).
Fonte Sebrae-S.C.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
20 de Março dia do artesão
está confirmado a SEMANA DO ARTESÃO na Assembléia Legislativa de 15 a 19 de março encerrando dia 20 sábado com o 3º Encontro dos Artesãos e das Feiras de Artesanato, no Largo da Alfândega.
Não consegui ainda a confirmação do auditório. Se o mesmo for confirmado a idéia é
- 1 palestra pela manhã e a grande feira a tarde.
Claro que conto com vcs para particiárem e divulgarem, pois quanto mais artesãos presentes mais visibilidade para todos, maiores possibilidades de mídia, de vendas etc....
Assim que tivermos a programação pronta vamos repassar a vcs .
Gostaria que cada um se concentrasse em comunicar os artesãos das outras feiras, é importante a nossa união e até pedir para que dêem sugestões de palestras.
Nós estamos pensando em palestras : (sugestões)
O que é bom para o artesão no MEI - Micro Empreendedor Individual - prós e contras
Como calcular o preço de venda do meu produto
Isenção do Imposto para o Artesão
Como vender melhor o meu produto
Depoimentos de artesãos - diferentes experiências
Ana Mercedes Rutz
igeof.ana@gmail.com
48 - 9973 3608
Não consegui ainda a confirmação do auditório. Se o mesmo for confirmado a idéia é
- 1 palestra pela manhã e a grande feira a tarde.
Claro que conto com vcs para particiárem e divulgarem, pois quanto mais artesãos presentes mais visibilidade para todos, maiores possibilidades de mídia, de vendas etc....
Assim que tivermos a programação pronta vamos repassar a vcs .
Gostaria que cada um se concentrasse em comunicar os artesãos das outras feiras, é importante a nossa união e até pedir para que dêem sugestões de palestras.
Nós estamos pensando em palestras : (sugestões)
O que é bom para o artesão no MEI - Micro Empreendedor Individual - prós e contras
Como calcular o preço de venda do meu produto
Isenção do Imposto para o Artesão
Como vender melhor o meu produto
Depoimentos de artesãos - diferentes experiências
Ana Mercedes Rutz
igeof.ana@gmail.com
48 - 9973 3608
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
E Porque em S.C. Não ?
FGTAS abre unidades de atendimento ao trabalhador e beneficia artesão com feiras no Litoral
A Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) promove até o final desta terceira semana de dezembro uma série de eventos que irão beneficiar a população gaúcha com os serviços de colocação no mercado de trabalho e de promoção do artesanato como fonte de geração de emprego e renda.
Até sexta-feira (19), quatro unidades de atendimento ao trabalhador que busca o serviço gratuito de intermediação ao emprego serão inauguradas em Capivari do Sul, Pinhal, São Francisco de Paula e Capão da Canoa. Na área do artesanato serão abertas quatro feiras itinerantes e inauguradas outras duas Casas do Artesão, além das já entregues em Novo Hamburgo e Caxias do Sul no início do mês.
Em Capivari do Sul e Pinhal, a FGTAS se associou às prefeituras para implantar Balcões Cidadãos, unidades que vão oferecer os serviços gratuitos de intermediação ao emprego e, a curto prazo, também os de confecção da Carteira do Trabalho e Previdência Social (CTPS) e encaminhamento do seguro- desemprego.
"Os balcões fazem parte de uma estratégia da FGTAS de levar também aos pequenos municípios os serviços normalmente oferecidos aos trabalhadores pelas agências FGTAS/Sine, instaladas em convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego somente nas comunidades com população maior de 20 mil pessoas", diz a diretora técnica da Fundação Erli Terezinha dos Santos. Além dos balcões, duas agências FGTAS/Sine propriamente ditas serão entregues até o fim-de-semana para os municípios de Capão da Canoa e São Francisco de Paula.
Outra estratégia da FGTAS para gerar trabalho e renda é a criação de espaços de exposição e comercialização do artesanato gaúcho. Nesta área, três feiras itinerantes serão abertas em Pinhal, Capão da Canoa e Cassino com o patrocínio do Banrisul e mais duas Casas do Artesão serão inauguradas, desta vez em Capão da Canoa e Imbé, com a parceria da Caixa RS.
As feiras vão correr em barracas de lona, durante todo o veraneio, com o objetivo de valorizar a produção artesanal da região. Já as Casas do Artesão são espaços de referência do artesão que busca profissionalização, confecção e renovação da carteira do artesão, rodízio de exposição e comercialização de artesanato e carimbagem de notas fiscais necessárias para a circulação dos produtos.
A Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) promove até o final desta terceira semana de dezembro uma série de eventos que irão beneficiar a população gaúcha com os serviços de colocação no mercado de trabalho e de promoção do artesanato como fonte de geração de emprego e renda.
Até sexta-feira (19), quatro unidades de atendimento ao trabalhador que busca o serviço gratuito de intermediação ao emprego serão inauguradas em Capivari do Sul, Pinhal, São Francisco de Paula e Capão da Canoa. Na área do artesanato serão abertas quatro feiras itinerantes e inauguradas outras duas Casas do Artesão, além das já entregues em Novo Hamburgo e Caxias do Sul no início do mês.
Em Capivari do Sul e Pinhal, a FGTAS se associou às prefeituras para implantar Balcões Cidadãos, unidades que vão oferecer os serviços gratuitos de intermediação ao emprego e, a curto prazo, também os de confecção da Carteira do Trabalho e Previdência Social (CTPS) e encaminhamento do seguro- desemprego.
"Os balcões fazem parte de uma estratégia da FGTAS de levar também aos pequenos municípios os serviços normalmente oferecidos aos trabalhadores pelas agências FGTAS/Sine, instaladas em convênio com o Ministério do Trabalho e Emprego somente nas comunidades com população maior de 20 mil pessoas", diz a diretora técnica da Fundação Erli Terezinha dos Santos. Além dos balcões, duas agências FGTAS/Sine propriamente ditas serão entregues até o fim-de-semana para os municípios de Capão da Canoa e São Francisco de Paula.
Outra estratégia da FGTAS para gerar trabalho e renda é a criação de espaços de exposição e comercialização do artesanato gaúcho. Nesta área, três feiras itinerantes serão abertas em Pinhal, Capão da Canoa e Cassino com o patrocínio do Banrisul e mais duas Casas do Artesão serão inauguradas, desta vez em Capão da Canoa e Imbé, com a parceria da Caixa RS.
As feiras vão correr em barracas de lona, durante todo o veraneio, com o objetivo de valorizar a produção artesanal da região. Já as Casas do Artesão são espaços de referência do artesão que busca profissionalização, confecção e renovação da carteira do artesão, rodízio de exposição e comercialização de artesanato e carimbagem de notas fiscais necessárias para a circulação dos produtos.
sábado, 31 de outubro de 2009
MOVIMENTO NACIONAL DO ARTESANATO
NOTÍCIAS DO ARTESANATO
Artesãos já têm órgão representativo de alcance nacional
O artesanato brasileiro ganhou, há pouco tempo, um novo e importante elemento para que o setor finalmente consiga articular seu reconhecimento legal como atividade econômica e para que os artesãos possam enquadrar-se como profissionais no País. No dia 15 de abril passado, durante evento da Rede de Tecnologias Sociais, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, foi fundada a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts).
A criação da entidade representativa em âmbito nacional dos artesãos foi um ato protagonizado pelas federações estaduais dos artesãos do Paraná, Pará, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte e do Distrito Federal. Deonilda Machado, artesã desde a década de 80, atual presidente da Associação dos Núcleos Artesanais de Vizinhança (Anav), de Curitiba, e também presidente da Federação dos Artesãos do Paraná, foi escolhida a primeira presidente da Cnarts.
“Hoje, devemos ser 10 milhões de artesãos no País”, calcula Deonilda. Ela revela que virá a Brasília na próxima quarta-feira (13) para registrar a entidade em cartório e começar a acompanhar o andamento do PL 3926/2004 na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Eduardo Valverde (PT/RO), que institui o Estatuto do Artesão. Isabel Gonçalves, presidente da Federação das Associações e Cooperativas de Artesãos de Pernambuco (Facarpe) estará junto. “Queremos montar um movimento nacional pelo artesão”, complementa Deonilda.
Ela coloca em ordem de prioridade o que pretende realizar como primeira presidente da Cnarts: a regulamentação da profissão do artesão (com carimbo na carteira profissional ou carteira nacional de artesão); a conclusão do Cadastro Nacional de Artesãos, “que está sendo feito lentamente e com muita burocracia pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior” (MDIC); incentivar a formalização de federações de artesãos nos estados que ainda não possuem reconhecimento legal; transferir o tema artesanato do MDIC para o Ministério da Cultura (Minc); garantir acesso à Previdência Social para todos os artesãos, inclusive os que são membros de cooperativas e grupos de produção artesanal.
“Temos muito trabalho pela frente. O Brasil é enorme e difícil de trabalhar”, reflete Deonilda. Ela diz que gostaria muito que o Governo Federal interagisse mais com as associações e cooperativas de artesãos, coisa que não estaria acontecendo, especialmente no âmbito do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), coordenado pelo MDIC.
“O PAB está inoperante. Temos mais afinidade com o Ministério da Cultura (Minc). Somos mais produtores de cultura do que empresários”, justifica. Deonilda e Isabel informam que no III e IV Congresso Nacional dos Artesãos, realizados respectivamente em março/2006 e setembro/2008, em Brasília, a categoria aprovou e ratificou documento solicitando a transferência do setor do MDIC para o Minc.
"O documento foi entregue ao ministro Gilberto Gil, e depois, ao ministro Juca Ferreira. O artesanato já foi incluído no PAC da Cultura, lançado em 2007 pelo Ministério da Cultura", informa ela. "Agora, só falta o presidente Lula sancionar a lei passando o artesanato do MDIC para o Minc”, acrescenta Isabel.
Com a criação da Cnarts, as duas líderes dos artesãos afirmam que a entidade vai sentar à mesa com o Governo Federal e governos estaduais e lutar por políticas públicas para o artesanato. “O Brasil é considerado um dos maiores produtores de artesanato cultural do mundo”, enfatiza Isabel.
O PL 3926/04, mais conhecido como Estatuto do Artesão, é o melhor que o setor já teve tramitando no Congresso Nacional, mas precisa de ajustes, segundo as duas líderes artesãs. Valverde se baseou no Estatuto do Artesão de Portugal, que por sua vez teria como referência o estatuto italiano. “O contexto brasileiro é diferente da Europa. Aqui artesanato é cultura. Lá toda produção manual em série é considerada artesanato”, esclarece Isabel.
Valorizar a produção artesanal brasileira, definir com clareza o que é artesanato e o que caracteriza o 'industrianato', conseguir acesso a crédito para cooperativas de artesãos e contato direto com fornecedores de matérias primas e insumos e, ainda, organizar o calendário de eventos e feiras de artesanato no País, são outros objetivos da Cnartes. “Atualmente as feiras e eventos de artesanato são muito caros. O metro quadrado só pode ser pago por comerciantes”, observa Deonilda.
Artesãos de fato não conseguem comparecer a esses eventos, a menos que tenham apoio de instituições e projetos para transporte, hospedagem e alimentação. “Se for por conta própria, pode não vender e ficar endividado”, afirma a presidente da Cnarts. “Nosso setor está nas mãos de pessoas que ganham dinheiro em cima do trabalho do artesão, organizam feiras e exportam nossos produtos”, lamenta Isabel.
A posse da primeira diretoria da Cnarts deverá ocorrer na próxima edição do Salão de Turismo ou durante o V Congresso Nacional dos Artesãos (agendado para março de 2010). A decisão está sendo tomada no momento, de acordo com Deonilda. Ambos os eventos serão realizados na cidade do Rio de Janeiro.
Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7138 e 2107-9362
www.agenciasebrae.com.br
Associação dos Núcleos Artesanais de Vizinhança de Curitiba - (41) 3225-5570/ 3014
Deonilda Machado, presidente da Cnartes - (41) 9983.4450
Federação das Associações e Cooperativas de Artesãos de Pernambuco - (81) 3053-1927
Isabel Gonçalves (Facarpe) - (81) 3621-8156 ou 9455-4267
Gabinete do deputado Eduardo Valverde - (61) 3215-5435
Artesãos já têm órgão representativo de alcance nacional
O artesanato brasileiro ganhou, há pouco tempo, um novo e importante elemento para que o setor finalmente consiga articular seu reconhecimento legal como atividade econômica e para que os artesãos possam enquadrar-se como profissionais no País. No dia 15 de abril passado, durante evento da Rede de Tecnologias Sociais, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, foi fundada a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts).
A criação da entidade representativa em âmbito nacional dos artesãos foi um ato protagonizado pelas federações estaduais dos artesãos do Paraná, Pará, Pernambuco, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte e do Distrito Federal. Deonilda Machado, artesã desde a década de 80, atual presidente da Associação dos Núcleos Artesanais de Vizinhança (Anav), de Curitiba, e também presidente da Federação dos Artesãos do Paraná, foi escolhida a primeira presidente da Cnarts.
“Hoje, devemos ser 10 milhões de artesãos no País”, calcula Deonilda. Ela revela que virá a Brasília na próxima quarta-feira (13) para registrar a entidade em cartório e começar a acompanhar o andamento do PL 3926/2004 na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Eduardo Valverde (PT/RO), que institui o Estatuto do Artesão. Isabel Gonçalves, presidente da Federação das Associações e Cooperativas de Artesãos de Pernambuco (Facarpe) estará junto. “Queremos montar um movimento nacional pelo artesão”, complementa Deonilda.
Ela coloca em ordem de prioridade o que pretende realizar como primeira presidente da Cnarts: a regulamentação da profissão do artesão (com carimbo na carteira profissional ou carteira nacional de artesão); a conclusão do Cadastro Nacional de Artesãos, “que está sendo feito lentamente e com muita burocracia pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior” (MDIC); incentivar a formalização de federações de artesãos nos estados que ainda não possuem reconhecimento legal; transferir o tema artesanato do MDIC para o Ministério da Cultura (Minc); garantir acesso à Previdência Social para todos os artesãos, inclusive os que são membros de cooperativas e grupos de produção artesanal.
“Temos muito trabalho pela frente. O Brasil é enorme e difícil de trabalhar”, reflete Deonilda. Ela diz que gostaria muito que o Governo Federal interagisse mais com as associações e cooperativas de artesãos, coisa que não estaria acontecendo, especialmente no âmbito do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), coordenado pelo MDIC.
“O PAB está inoperante. Temos mais afinidade com o Ministério da Cultura (Minc). Somos mais produtores de cultura do que empresários”, justifica. Deonilda e Isabel informam que no III e IV Congresso Nacional dos Artesãos, realizados respectivamente em março/2006 e setembro/2008, em Brasília, a categoria aprovou e ratificou documento solicitando a transferência do setor do MDIC para o Minc.
"O documento foi entregue ao ministro Gilberto Gil, e depois, ao ministro Juca Ferreira. O artesanato já foi incluído no PAC da Cultura, lançado em 2007 pelo Ministério da Cultura", informa ela. "Agora, só falta o presidente Lula sancionar a lei passando o artesanato do MDIC para o Minc”, acrescenta Isabel.
Com a criação da Cnarts, as duas líderes dos artesãos afirmam que a entidade vai sentar à mesa com o Governo Federal e governos estaduais e lutar por políticas públicas para o artesanato. “O Brasil é considerado um dos maiores produtores de artesanato cultural do mundo”, enfatiza Isabel.
O PL 3926/04, mais conhecido como Estatuto do Artesão, é o melhor que o setor já teve tramitando no Congresso Nacional, mas precisa de ajustes, segundo as duas líderes artesãs. Valverde se baseou no Estatuto do Artesão de Portugal, que por sua vez teria como referência o estatuto italiano. “O contexto brasileiro é diferente da Europa. Aqui artesanato é cultura. Lá toda produção manual em série é considerada artesanato”, esclarece Isabel.
Valorizar a produção artesanal brasileira, definir com clareza o que é artesanato e o que caracteriza o 'industrianato', conseguir acesso a crédito para cooperativas de artesãos e contato direto com fornecedores de matérias primas e insumos e, ainda, organizar o calendário de eventos e feiras de artesanato no País, são outros objetivos da Cnartes. “Atualmente as feiras e eventos de artesanato são muito caros. O metro quadrado só pode ser pago por comerciantes”, observa Deonilda.
Artesãos de fato não conseguem comparecer a esses eventos, a menos que tenham apoio de instituições e projetos para transporte, hospedagem e alimentação. “Se for por conta própria, pode não vender e ficar endividado”, afirma a presidente da Cnarts. “Nosso setor está nas mãos de pessoas que ganham dinheiro em cima do trabalho do artesão, organizam feiras e exportam nossos produtos”, lamenta Isabel.
A posse da primeira diretoria da Cnarts deverá ocorrer na próxima edição do Salão de Turismo ou durante o V Congresso Nacional dos Artesãos (agendado para março de 2010). A decisão está sendo tomada no momento, de acordo com Deonilda. Ambos os eventos serão realizados na cidade do Rio de Janeiro.
Serviço:
Agência Sebrae de Notícias – (61) 3348-7138 e 2107-9362
www.agenciasebrae.com.br
Associação dos Núcleos Artesanais de Vizinhança de Curitiba - (41) 3225-5570/ 3014
Deonilda Machado, presidente da Cnartes - (41) 9983.4450
Federação das Associações e Cooperativas de Artesãos de Pernambuco - (81) 3053-1927
Isabel Gonçalves (Facarpe) - (81) 3621-8156 ou 9455-4267
Gabinete do deputado Eduardo Valverde - (61) 3215-5435
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ações do P.A.B para o Estado ainda em 2009 !
PLANO NACIONAL DE CAPACITAÇÃO
Visando a formação e ampliação de capital social nos territórios, o PAB elaborou o Plano Nacional de Capacitação para o Setor Artesanal a ser implantado em conjunto com os PABs Estaduais, a partir de 2008.
O Governo do Estado , através da Secretaria De Estado de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda
Dispõem Atualmente dos recurso do min. do Trabalho na ordem R$ 1,2 millhões para desenvolver e qualificar o artesanato ''Planseq ''.
Devemos agora acompanhar com muita confiança a devida aplicação de nossos recursos !
A Gestão dos recurso ficaram a cargo da Sec.estadual do trabalho e habitação que centraliza as ações do P.A.B no estado em parceria com a Fapasc . Federação das Associações profissionais de Artesãos de Santa Catarina .
CRISTINA MACHADO – Membro do Conselho Administração
Responsável pela Coordenadoria Regional da micro-região GRANFPOLIS
Rua João Adelino Ventura, 996 – Bairro Santana
88123-468 – SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA – BRASIL
Fone: (48) 3278.0806 e-mail: portina@gmail.com
Rodrigo Minotto
Coordenador do Artesanato no Estado de Santa Catarina
Secretaria De Estado de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda
Avenida Mauro Ramos, 722, Sala 23 - Florianópolis - SC - CEP: 88020-300
TEL: (48) 3229-3629, 3229-3723, 3229-3643n ( 48 )-3229-3643 - FAX: (48) 3229-3705
E - MAIL: artesanato@sine.sc.gov.br rodrigo@sine.sc.gov.br
Visando a formação e ampliação de capital social nos territórios, o PAB elaborou o Plano Nacional de Capacitação para o Setor Artesanal a ser implantado em conjunto com os PABs Estaduais, a partir de 2008.
O Governo do Estado , através da Secretaria De Estado de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda
Dispõem Atualmente dos recurso do min. do Trabalho na ordem R$ 1,2 millhões para desenvolver e qualificar o artesanato ''Planseq ''.
Devemos agora acompanhar com muita confiança a devida aplicação de nossos recursos !
A Gestão dos recurso ficaram a cargo da Sec.estadual do trabalho e habitação que centraliza as ações do P.A.B no estado em parceria com a Fapasc . Federação das Associações profissionais de Artesãos de Santa Catarina .
CRISTINA MACHADO – Membro do Conselho Administração
Responsável pela Coordenadoria Regional da micro-região GRANFPOLIS
Rua João Adelino Ventura, 996 – Bairro Santana
88123-468 – SÃO JOSÉ - SANTA CATARINA – BRASIL
Fone: (48) 3278.0806 e-mail: portina@gmail.com
Rodrigo Minotto
Coordenador do Artesanato no Estado de Santa Catarina
Secretaria De Estado de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda
Avenida Mauro Ramos, 722, Sala 23 - Florianópolis - SC - CEP: 88020-300
TEL: (48) 3229-3629, 3229-3723, 3229-3643n ( 48 )-3229-3643 - FAX: (48) 3229-3705
E - MAIL: artesanato@sine.sc.gov.br rodrigo@sine.sc.gov.br
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Audiência Pública das propostas do Plano Setorial de Qualificação – PLANSEQ Artesanato SC, a ser desenvolvido no âmbito do Plano Nacional de Qualificação – PNQ.
Audiência Pública
Ofício-Circular nº 134 - CGQUA/DEQ/SPPE/MTE
Brasília 14 de outubro de 2009
1. Convidamos Vossa Senhoria para participar da Audiência Pública das propostas do Plano Setorial de Qualificação – PLANSEQ Artesanato SC, a ser desenvolvido no âmbito do Plano Nacional de Qualificação – PNQ.
2. Para tanto, informamos que a referida Audiência Pública será realizada no dia 23 de outubro de 2009, às 10 h, no Auditório da Sede da Secretaria do Estado e Assistência Social, Trabalho e Habitação / SINE SC, situado na Avenida Mauro Ramos, 722, Centro, Florianópolis SC.
3. Para confirmação de presença e informações adicionais, contatar a equipe técnica deste Departamento de Qualificação por meio dos seguintes telefones: (61) 3317-6972/6931/6748, ou fax (61) 3317-8220 ou e-mail anete.fidelis@mte.gov.br e jose.batista@mte.gov.br.
CARLO SIMI
Diretor do Departamento de Qualificação
DEQ/SPPE/MTE
José Tadeu Batista
Apoio Técnico
COPLAP/CGQUA/DEQ/SPPE/MTE
Tel.(61) 3317-6972/6748 - Fax 3317-8220
Ofício-Circular nº 134 - CGQUA/DEQ/SPPE/MTE
Brasília 14 de outubro de 2009
1. Convidamos Vossa Senhoria para participar da Audiência Pública das propostas do Plano Setorial de Qualificação – PLANSEQ Artesanato SC, a ser desenvolvido no âmbito do Plano Nacional de Qualificação – PNQ.
2. Para tanto, informamos que a referida Audiência Pública será realizada no dia 23 de outubro de 2009, às 10 h, no Auditório da Sede da Secretaria do Estado e Assistência Social, Trabalho e Habitação / SINE SC, situado na Avenida Mauro Ramos, 722, Centro, Florianópolis SC.
3. Para confirmação de presença e informações adicionais, contatar a equipe técnica deste Departamento de Qualificação por meio dos seguintes telefones: (61) 3317-6972/6931/6748, ou fax (61) 3317-8220 ou e-mail anete.fidelis@mte.gov.br e jose.batista@mte.gov.br.
CARLO SIMI
Diretor do Departamento de Qualificação
DEQ/SPPE/MTE
José Tadeu Batista
Apoio Técnico
COPLAP/CGQUA/DEQ/SPPE/MTE
Tel.(61) 3317-6972/6748 - Fax 3317-8220
terça-feira, 20 de outubro de 2009
FENAOSTRA 2009
COMO SEMPRE MAIS UMA VEZ A FENAOSTRA DAS UM BANHO .
Fenaostra dá exemplos de sustentabilidade
O óleo usado nas receitas da Fenaostra será reciclado
Com a ajuda de São Pedro, a Fenaostra 2009 começou com o pé direito. O tempo chuvoso desviou o público das praias, levando ao CentroSul cerca de 20 mil pessoas nos dois primeiros dias do evento – sexta-feira e sábado –, um aumento significativo em relação aos números do ano passado, conforme a organização do evento.
Folga para uns, trabalho para outros. Ontem, enquanto Pedro, seis anos, experimentava pela primeira vez o sabor de uma ostra ao bafo, Karine Luiza Manoel, atrás do balcão da Casa do Peixe, fritava o 180º espetinho de camarão com sorriso no rosto depois de um sábado de mais de 12 horas de trabalho árduo.
Espetinho de camarão, bolinho de peixe, pastel de ostra e outros pratos. Haja óleo para fritar tantas iguarias. Mas em vez de escoarem pelas pias, entupindo canos e contaminando o ambiente, os 180 litros de óleo utilizados ao final dos nove dias do evento serão coletados pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif) para reciclagem. Basta um litro do produto para contaminar 1 milhão de litros de água.Karine Luiza Manoel, do estande da Casa do Peixe, é uma das cozinheiras integradas ao projeto ReóleoA
E não é apenas o óleo que é reciclado!
Sucata se transforma em esculturas de ferro
Entre os mais de 140 artistas da feira de artesanato, Vinícius Basso cria, a partir de sucata reciclada, esculturas de ferro. Escapamento de carro e disco de arado viram esculturas expostas no estande do rei da sucata.
– Faço isso desde pequeno. Aos 13 comecei a soldar – conta o artesão, que se prepara para inaugurar um ateliê em Jurerê, no Norte da Ilha.
Assim como o movimento geral na Fenaostra, as vendas de artesanato também surpreenderam.
– Já superamos as vendas registradas nos mesmos dias no ano passado – declarou Ana Mercedes, coordenadora da feira de artesanato.
Fonte Diario Catarinense 20.10.2009
Fenaostra dá exemplos de sustentabilidade
O óleo usado nas receitas da Fenaostra será reciclado
Com a ajuda de São Pedro, a Fenaostra 2009 começou com o pé direito. O tempo chuvoso desviou o público das praias, levando ao CentroSul cerca de 20 mil pessoas nos dois primeiros dias do evento – sexta-feira e sábado –, um aumento significativo em relação aos números do ano passado, conforme a organização do evento.
Folga para uns, trabalho para outros. Ontem, enquanto Pedro, seis anos, experimentava pela primeira vez o sabor de uma ostra ao bafo, Karine Luiza Manoel, atrás do balcão da Casa do Peixe, fritava o 180º espetinho de camarão com sorriso no rosto depois de um sábado de mais de 12 horas de trabalho árduo.
Espetinho de camarão, bolinho de peixe, pastel de ostra e outros pratos. Haja óleo para fritar tantas iguarias. Mas em vez de escoarem pelas pias, entupindo canos e contaminando o ambiente, os 180 litros de óleo utilizados ao final dos nove dias do evento serão coletados pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif) para reciclagem. Basta um litro do produto para contaminar 1 milhão de litros de água.Karine Luiza Manoel, do estande da Casa do Peixe, é uma das cozinheiras integradas ao projeto ReóleoA
E não é apenas o óleo que é reciclado!
Sucata se transforma em esculturas de ferro
Entre os mais de 140 artistas da feira de artesanato, Vinícius Basso cria, a partir de sucata reciclada, esculturas de ferro. Escapamento de carro e disco de arado viram esculturas expostas no estande do rei da sucata.
– Faço isso desde pequeno. Aos 13 comecei a soldar – conta o artesão, que se prepara para inaugurar um ateliê em Jurerê, no Norte da Ilha.
Assim como o movimento geral na Fenaostra, as vendas de artesanato também surpreenderam.
– Já superamos as vendas registradas nos mesmos dias no ano passado – declarou Ana Mercedes, coordenadora da feira de artesanato.
Fonte Diario Catarinense 20.10.2009
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