Esse é um espaço independente,participativo e democrático ,sem fim lucrativo. Destinado a todos os Artesãos Catarinenses . Tem como objetivo unir ideias e informações que contribuam com o desenvolvimento do artesanato no estado de Santa Catarina .
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Boas Iniciativas .
Ninui lança em Paraty projeto de capacitação digital para artesãos
A Ninui inicia neste mês de junho as atividades do Projeto CAICO – Capacitação Digital para Inclusão Comercial – que beneficiará 80 artesãos de comunidades tradicionais de Paraty, formadas por caiçaras, quilombolas, indígenas e caipiras.O projeto é financiado pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e conta com o apoio do Governo do Estado do RJ, do Banco do Brasil e da Prefeitura de Paraty.
Primeiro grupo a ser beneficiado pelo Projeto CAICO: artesãs e costureiras dos bairros Mangueira e Ilha das Cobras - Secretaria Municipal de Promoção Social
O projeto promove a idéia de ajudar os artesãos da região sul-fluminense a vender seus produtos pela internet e surgiu da análise do histórico de dificuldades e limitações que estas comunidades enfrentam para transformar seu trabalho em renda. Após o processo de criação e fabricação de suas peças e adereços, quase todos estes artesãos enfrentam diversas barreiras de logística e de operação comercial.
A Ninui – primeira plataforma brasileira gratuita de negócios – está focada no desenvolvimento de projetos voltados à promoção do comércio justo, apoio ao empreendedorismo e geração de oportunidades de inclusão digital e comercial à população. A empresa tem sede na cidade de Paraty-RJ, de onde coordena vários projetos no Brasil e no exterior, vinculados aos conceitos de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.
Artesã do Pouso da Cajaíba, uma das comunidades beneficiadas pelo Projeto CAICO - Foto: Renato Stockler/ Na Lata
O Projeto CAICO terá a duração de 16 meses e beneficiará diretamente 80 artesãos de comunidades caipiras, caiçaras, quilombolas e indígenas da região sul-fluminense. Sua metodologia prevê o desenvolvimento de oficinas voltadas a ensinar os artesãos destas comunidades a montar e manter gratuitamente uma loja própria na internet, através da utilização de recursos de texto, foto e vídeo, técnicas de comunicação e marketing e uso de redes sociais, entre outras.
Visando garantir a qualidade dos conteúdos e metodologias das oficinas de capacitação, a Ninui criou um Comitê de Avaliação permanente do projeto, formado por representantes da sociedade civil, do poder público, do mercado e do terceiro setor. Este comitê fará o acompanhamento permanente das atividades programadas e auxiliará na condução e avaliação do projeto em todas as suas etapas.
As atividades do projeto CAICO serão divididas dentro do seguinte conjunto de conteúdos: Introdução ao programa; Introdução ao comércio eletrônico (Web e Mobile); A loja virtual; Oficina de fotografia; Oficina de vídeo; Oficina de texto; Oficina de e-marketing; Oficina de atendimento ao cliente; Aplicação das técnicas de Texto e e-marketing; Lançamento das lojas; Acompanhamento e apoio pós-lançamento; Encerramento e análise dos resultados.
Karina Rehavia, sócia-diretora da Ninui e responsável pela direção executiva do Projeto CAICO - Foto: Renato Stockler/ Na Lata
Como ação de apoio aos artesãos beneficiados pelo Projeto CAICO a Ninui fará o lançamento em outubro deste ano da Casa Ninui Paraty, espaço voltado à capacitação digital e comercial de empreendedores individuais, produção de conteúdos interativos e digitais e comercialização de produtos artesanais das comunidades tradicionais participantes do projeto.
O projeto CAICO contempla ainda em seu conjunto de atividades a criação e operacionalização da Rota do Artesanato, que levará turistas, pesquisadores, estudantes e os próprios artesãos até as comunidades tradicionais participantes do projeto, para que conheçam e vivenciem presencialmente os processos de criação e produção de artesanato em cada uma das comunidades envolvidas.
O projeto CAICO é coordenado pela jornalista Thalita Maiani e tem direção executiva de Karina Rehavia e Roberto Andrade, diretores da Ninui e responsáveis pela implementação dos projetos da empresa no Brasil e no exterior. O Comitê de Avaliação do projeto é coordenado pela professora doutora Mercedes Cywinski.
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
Roberto Andrade – roberto@ninui.com
Cel: 24. 9815 9956 / Tel: 24. 3371 5943
Clipping: http://www.ninui.com/clipping
quarta-feira, 16 de março de 2011
19 de Março Dia Do Artesão
19 DE MARÇO – DIA DO ARTESÃO
O artesanato confunde-se com a história do homem, pois a necessidade de se produzir bens de utilidade e de uso rotineiro e até mesmo adornos, expressou a capacidade criativa como forma de trabalho. Há registros de que no ano 6 mil a.C. os primeiros artesãos surgiram no momento em que transformaram elementos da natureza em objetos de uso, através do polimento de pedras, da fabricação da cerâmica e do trançado de fibras animais e vegetais.
Nas cidades medievais as corporações de artesãos estabeleciam regras para o ingresso na profissão e tinham controle de quantidade, qualidade e de preços dos produtos. A corporação também protegia seus associados proibindo a entrada de mercadorias similares às produzidas na cidade e, também, amparavam seus trabalhadores em caso de velhice, doença ou invalidez.
Na América os índios produziam objetos para o uso cotidiano utilizando a cestaria, a cerâmica, a arte plumária e a pintura, com pigmentos naturais. Com o advento dos europeus e dos negros ao Brasil, surgiram novas necessidades, conhecimentos e técnicas de produção. A combinação desses fatores gerou o artesanato genuinamente brasileiro. No Brasil colônia os artesãos eram responsáveis pela produção de bens que atendiam as necessidades das aglomerações humanas que emergiam em todo o território brasileiro. Os artesãos eram reconhecidos pela sociedade e estavam presentes economicamente em quase todas as comunidades.
O crescimento industrial delineou uma outra realidade para o artesanato brasileiro, na medida em que supria o mercado com produtos mais baratos e em larga escala. As oficinas artesanais foram deixando de produzir bens necessários tanto para o cotidiano doméstico, como para o trabalho no campo e nas pequenas cidades. Nesse novo contexto, os artigos artesanais passaram a ter forte apelo cultural, atendendo uma nova necessidade humana: preservar as suas memórias culturais, mantendo vivos o patrimônio imaterial brasileiro e a sua história.
Os artesãos foram os guardiões de grande parte dos conhecimentos relativos aos processos de produção tradicionais empregados em todo o país. Por isso, hoje esses produtos atendem novos nichos de mercado, onde a identidade passa a ser um valor a ser conquistado, num mundo onde a padronização e a globalização ameaçam a individualidade e a diversidade cultural.
As primeiras iniciativas do governo brasileiro em transformar o artesanato de subsistência em atividade profissional remontam à década de 50, quando foi divulgado o primeiro estudo quantitativo de artesãos no nordeste brasileiro. Na década seguinte nos estados do Ceará e Bahia foram identificados os maiores índices de artesãos com capacidades produtivas, cuja comercialização ultrapassava os limites locais da produção. Nessa ocasião, a mulher artesã revelou-se como principal produtora do ramo, contribuindo assim para a suplementação da renda familiar.
Com a criação do PNDA, na década de 70, surgiram diretrizes promotoras do setor. Nos anos 80 percebeu-se a necessidade da valorização dos aspectos culturais, e da formação dos artesãos em organizações cooperativas. Foram estruturados programas de qualificação do artesão e de melhoria da comercialização do produto artesanal, assim como a elaboração e divulgação de um calendário de eventos do setor.
O Programa do Artesanato Brasileiro foi criado nos anos 90, no âmbito do Ministério da Ação Social. Em 1995, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior assumiu a gestão do PAB. Atualmente compõe a estrutura organizacional do Ministério, sob a coordenação do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas, da Secretaria do Desenvolvimento da Produção. Em consonância com as diretrizes do segmento das Micro, Pequenas e Médias Empresas, o PAB está desenvolvendo ações que contribuem para o desenvolvimento e o aproveitamento das vocações regionais, a geração de trabalho e renda, e o apoio ao artesão.
O artesanato tem em si a gênese dos sistemas produtivos atuais, possuindo os requisitos básicos para a promoção do desenvolvimento sustentável, de forma a garantir condições dignas de vida em qualquer ponto do território brasileiro, tendo o artesão como principal agente.
Neste dia, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através do Programa do Artesanato Brasileiro, presta sua homenagem ao ARTESÃO, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento de políticas públicas de fomento do setor artesanal.
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
domingo, 20 de fevereiro de 2011
CONVOCAÇÃO PARA A POSSE DO CONSELHO ESTADUAL DO ARTESANATO E ECONOMIA SOLIDÁRIA Na data de 28/02/2011, será dada a posse dos Conselheiros dos CEAES – Conselho Estadual do Artesanato e Economia Solidária,
: CONVOCAÇÃO PARA A POSSE DO CONSELHO ESTADUAL DO ARTESANATO E ECONOMIA SOLIDÁRIA
Senhor (a) Conselheiro (a),
Senhor (a) Conselheiro (a),
Na data de 28/02/2011, será dada a posse dos Conselheiros dos CEAES – Conselho Estadual do Artesanato e Economia Solidária, nas dependências (Auditório) da SST - Secretária de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, sito Avenida Mauro Ramos, 722 – Centro – Fpolis – SC.
Como vossa Senhoria é membro do referido Conselho, segue anexo a este documento a CONVOCAÇÃO PARA A POSSE do mesmo.
Gostaríamos de sua confirmação via e-mail (artesanato@sine.sc.gov.br ou texera@sine.sc.gov.br, ou pelo telefone (48) 3229:3643 – 9992:0160), até a data de 24/02/2011 para a organização do cerimonial. ( por favor confirme sua presença).
Sua presença é fundamental para a efetivação desta conquista.
Atenciosamente,
Demétrius de Azevedo Moura
Diretor de Trabalho e Emprego
Coordenador Estadual do Artesanato
Luiz Carlos Teixeira
Técnico do Artesanato
domingo, 28 de novembro de 2010
Curso de Capacitação de Artesãos
| ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA ASSITÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO. DIRETORIA DE TRABALHO E RENDA CEAES – CONSELHO ESTADUA DO ARTESANATO E DA ECONOMIA SOIDÁRIA PROCARTE – PROGRAMA CATARINENSE DO ARTESANATO |
Florianópolis, 24 de outubro de 2010.
Senhor (a) Artesão (ã),
O Programa do Artesanato Brasileiro – PAB/MDIC, em parceria com o Centro de Desenvolvimento Tecnológico - CDT/UnB e com as Coordenadorias Estaduais do Artesanato, através do Conselho Catarinense do Artesanato – CEAES e Federação das Associações Profissionais dos Artesãos de SC – FAPASC, estará oferecendo Curso de Capacitação de Artesãos com base na prática e no aprender fazendo, tendo por referência a realidade, as condições e a dinâmica de socialização dos artesãos. Esse esforço visa promover o incentivo à implantação de processos de produção mais eficientes e eficazes; o planejamento de ações para o aprimoramento de produtos e processos; a melhoria na qualidade e maior competitividade dos produtos artesanais brasileiros.
O Evento acontecerá nas dependências da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, na Avenida Mauro Ramos, 722 – Centro – Florianópolis de 13 a 17 de dezembro de 2010, das 8 horas às 12 horas e de 14 horas às 18 horas.
O Conselho Estadual do Artesanato estará disponibilizando para o referido evento 40 vagas para a participação dos artesãos interessados que precisam ter como critério o ensino fundamental completo e exercer sua atividade a mais de dois anos. Serão validadas as primeira inscrições efetuadas via meio eletrônico – artesanato@sine.sc.gov.br ou texera@sine.sc.gov.br - conselhofapasc@gmail.com até o dia 03/12/2010.
Em anexo ficha de inscrição para preenchimento e posterior encaminhamento, bem como, a programação do curso. Outras informações no e-mail acima ou pelos fones: (48) 3229:3643 - celular (48) 9992:0160 (Teixeira) – (48) 9978:4462.
Atenciosamente,
Demétrius Moura
Diretor Trabalho e Emprego
Coordenador Estadual do Artesanato
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Prezado(a)s Artesãos .Parabens e Muito Obrigado .
Srs(a).Artesãos Catarinenses
Estou repassando a informação de que foi publicado no Diário Oficial de SC, do dia 14/10/2010, a Nomeção dos Membros do Conselho Estadual do Artesanato e da Economia Solidária.
Isto posto, agora teremos de aguardar o agendamento da data da posse do Conselho e demais atos oficiais, como a eleição da mesa diretora e seu regimento.
Acredito, por informações da SST, de que isto poderá acontecer após o dia 16/11/2010.
Anexei cópia da publicação do Diário Oficial.
Enfim teremos um marco regulatório para o Artesanato de Santa Catarina.
Att
Christian Charles
Srs(a).Artesãos Catarinenses
Estou repassando a informação de que foi publicado no Diário Oficial de SC, do dia 14/10/2010, a Nomeção dos Membros do Conselho Estadual do Artesanato e da Economia Solidária.
Isto posto, agora teremos de aguardar o agendamento da data da posse do Conselho e demais atos oficiais, como a eleição da mesa diretora e seu regimento.
Acredito, por informações da SST, de que isto poderá acontecer após o dia 16/11/2010.
Anexei cópia da publicação do Diário Oficial.
Enfim teremos um marco regulatório para o Artesanato de Santa Catarina.
Estou repassando a informação de que foi publicado no Diário Oficial de SC, do dia 14/10/2010, a Nomeção dos Membros do Conselho Estadual do Artesanato e da Economia Solidária.
Isto posto, agora teremos de aguardar o agendamento da data da posse do Conselho e demais atos oficiais, como a eleição da mesa diretora e seu regimento.
Acredito, por informações da SST, de que isto poderá acontecer após o dia 16/11/2010.
Anexei cópia da publicação do Diário Oficial.
Enfim teremos um marco regulatório para o Artesanato de Santa Catarina.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Regulamentação de artesanato vai à Câmara.
Projeto de Lei 136/09
Regulamentação de artesanato vai à Câmara
SENADO FEDERAL
PROJETO DE LEI DO SENADO - Nº 136, DE 2009
Dispõe sobre a profissão de artesão e dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º
Artesão é toda pessoa física que desempenha suas atividades profissionais de forma individual, associada ou cooperativada.
Parágrafo único.
A profissão de artesão presume o exercício de atividade predominantemente manual, que pode contar com o auxílio de ferramentas e outros equipamentos, desde que visem a assegurar qualidade, segurança e, quando couber, observância às normas oficiais aplicáveis ao produto.
Art. 2º
O artesanato será objeto de política específica no âmbito da União e terá como diretrizes básicas:
I – valorização da identidade e cultura nacionais;
II – destinação de linha de crédito especial para o financiamento da comercialização da produção artesanal e para a aquisição de matéria-prima e equipamentos imprescindíveis ao trabalho artesanal;
III – integração da atividade artesanal com outros setores e programas de desenvolvimento econômico e social;
IV – qualificação permanente dos artesãos e estímulo ao aperfeiçoamento dos métodos e processos de produção;
V – apoio comercial, com identificação de novos mercados nos níveis local, nacional e internacional;
VI – certificação da qualidade do artesanato, agregando valor aos produtos e às técnicas artesanais;
VII – divulgação do artesanato.
Art. 3º
O artesão será identificado pela Carteira Nacional de Artesão, válida
em todo o território nacional por, no mínimo, um ano, a qual somente será renovada com a comprovação das contribuições sociais vertidas para a Previdência Social, na forma do regulamento.
em todo o território nacional por, no mínimo, um ano, a qual somente será renovada com a comprovação das contribuições sociais vertidas para a Previdência Social, na forma do regulamento.
Art. 4º
O Poder Executivo fica autorizado a criar a Escola Técnica Federal do Artesanato, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de programas de formação do artesão.
Art. 5º
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICAÇÃO
O artesanato brasileiro é patrimônio cultural do nosso País.
São milhões de brasileiros e brasileiras que, de alguma forma, estão inseridos no processo de produção artesanal, e grande parcela deles sobrevive exclusivamente da renda gerada por esse trabalho.
Não fosse o artesanato, a linha de exclusão social e econômica no Brasil seria ampliada consideravelmente, impondo aumento de recursos destinados à programas de proteção social como o Bolsa-Família.
Procuramos uma definição jurídica mais contemporânea para a atividade profissional do artesão. Assim, artesão é toda a pessoa física que desempenha suas atividades profissionais de forma individual, associada ou cooperativada.
Estimulamos todas as formas de associação, objetivando dar liberdade ao artesão tanto para produzir como para comercializar sua produção.
Está claro, na proposição, que a profissão de artesão presume o exercício de atividade predominantemente manual, que pode contar com o auxílio de ferramentas e outros equipamentos, desde que visem assegurar qualidade, segurança e, quando couber, observância às normas oficiais aplicáveis ao produto.
Assim, asseguramos ao artesão a utilização de equipamentos essenciais à sua atividade, sem descaracterizar o produto como artesanato.
A identificação do artesão será efetivada mediante a expedição da Carteira Nacional de Artesão, válida em todo o território nacional por, no mínimo, um ano e renovável somente com a comprovação das contribuições sociais vertidas para a Previdência
Social.
A contribuição social é fator importante para a proteção previdenciária do artesão, razão pela qual ele não a deve negligenciar, buscando dentro da legislação de regência o enquadramento como segurado que mais lhe aprouver.
Estimulamos o Poder Executivo a criar a Escola Técnica Federal do Artesanato, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de programas de formação do artesão, que deverão contribuir para que o artesanato se torne um segmento econômico e profissional de grande amplitude.
A par desses argumentos, esperamos o apoio de nossos Pares para o aperfeiçoamento e aprovação deste projeto de lei.
Sala das Sessões,
Senador ROBERTO CAVALCANTI
(À Comissão de Assuntos Sociais, em decisão terminativa.)
Publicado no
DSF, em 09/04/2009.
Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado
Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado
Fonte da Informação: http://artesanatosebrae.blogspot.com/ quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Prezados Artesãos . Muito Obrigado .
A Ana Rutz do Igeof Solicita
A TODOS OS ARTESÃOS DE FLORIPA PARA SE CADASTRAREM NO CADASTRO ÚNICO,
A TODOS OS ARTESÃOS DE FLORIPA PARA SE CADASTRAREM NO CADASTRO ÚNICO,
DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS VAMOS TODOS JUNTOS .
DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS
Nos últimos anos observa-se a sociedade civil organizada brasileira sob a ótica de uma nova configuração social, política, econômica e ambiental no Brasil. Neste sentido, as políticas públicas sociais permitem romper com as barreiras que separam a Administração Pública da sociedade. Esta passa a participar da concepção, da decisão e da sua implementação. Pode-se citar as audiências públicas e as consultas públicas, como exemplos práticos da participação na elaboração das políticas públicas. Já o plebiscito administrativo, o referendo, as comissões de caráter deliberativo são exemplos da participação no processo de decisão. Exemplos de execução de políticas públicas são as comissões de usuários, a atuação de organizações sociais ou de entidades de utilidade pública e a expansão dos serviços públicos.
Entende-se que a relação entre o Estado, as classes sociais e a sociedade civil, proporciona o surgimento de agentes definidores das políticas públicas. A partir do contexto da produção econômica, cultura e interesses dos grupos dominantes são construídas as políticas públicas, sua elaboração e operacionalização, de acordo com as ações institucionais e, em particular.
Constata-se a predominância dos interesses das elites econômicas camuflados nas diversas políticas públicas , porém com objetivos de expansão do capitalismo internacional. Utilizam-se de temas atuais como o desenvolvimento sustentável para transmitir uma imagem positiva de preocupação e engajamento no desenvolvimento social e ambiental.
As políticas públicas são ‘construções participativas’ de uma coletividade que visam a garantia dos direitos sociais dos cidadãos que compõem a sociedade humana. Esse é um princípio democrático fundamental. Aqui estão envolvidos o papel da Administração Pública e o Estado Democrático de Direito, pois este criam possibilidades de transformação da sociedade, com o respaldo da Constituição.
As políticas públicas deverão ser formuladas pela própria sociedade, em um espaço público o qual, no caso brasileiro, pode ser traduzido nos conselhos deliberativos, tais como os conselhos municipais e estaduais da saúde e da educação, em relação aos quais se pode afirmar que suas decisões vinculam o Poder Executivo. Os instrumentos tradicionais de democracia representativa, historicamente ligados a uma concepção liberal de cidadania, não podem ser considerados como mecanismos exclusivos de aferição da vontade geral. As instituições formais de representação popular, Executivo e Parlamento, traduzem seus próprios interesses, a partir de uma pauta de prioridades que toma em consideração aspectos próprios do sistema político. A complexidade da sociedade brasileira contemporânea impõe que novas instâncias de comunicação social sejam engendradas a partir de necessidades locais e coletivas, no que se convencionou denominar de instrumentos de democracia participativa.”
Fonte: MUITO OBRIGADO .
Administradora-CRA/SC-nº20725.
Bacharel em Administração Pública pela Universidade do Estado de Santa Catarina - Escola Superior de Administração e Gerência, Centro de Ciências Sócio-Econômicas(UDESC/2009); Mestranda em Educação (UDESC). É Pesquisadora da CAPES. Também é Bacharel em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003); É aluna da especialização em Controle da Gestão Pública (UFSC) ;
O que é Artesanato?
Artesanato é essencialmente o próprio trabalho manual ou produção de um artesão (de artesão + ato). Mas com a mecanização da indústria o artesão é identificado como aquele que produz objetos pertencentes à chamada cultura popular.
O artesanato é tradicionalmente a produção de caráter familiar, na qual o produtor (artesão) possui os meios de produção (sendo o proprietário da oficina e das ferramentas) e trabalha com a família em sua própria casa, realizando todas as etapas da produção, desde o preparo da matéria-prima, até o acabamento final; ou seja, não havendo divisão do trabalho ou especialização para a confecção de algum produto. Em algumas situações o artesão tinha junto a si um ajudante ou aprendiz.
Os primeiros objetos feitos pelo homem eram artesanais. Isso pode ser identificado no período neolíticocerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos, e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais. O mesmo pode ser percebido no Brasil no mesmo período. Pesquisas permitiram identificar uma indústria lítica e fabricação de cerâmica por etnias de tradição nordestina que viveram no sudeste do Piauí em 6.000 a.C. (6.000 a.C.) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a
Historicamente, o artesão, responde por todo o processo de transformação da matéria-prima em produto acabado. Mas antes da fase de transformação o artesão é responsável pela seleção da matéria-prima a ser utilizada e pela concepção, ou projeto do produto a ser executado.
A partir do século XI, o artesanato ficou concentrado então em espaços conhecidos como oficinas, onde um pequeno grupo de aprendizes viviam com o mestre-artesão, detentor de todo o conhecimento técnico. Este oferecia, em troca de mão-de-obra barata e fiel, conhecimento, vestimentas e comida. Criaram-se as Corporações de Ofício, organizações que os mestres de cada cidade ou região formavam a fim de defender seus interesses.
Fonte Artesanato na rede .com
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