domingo, 18 de março de 2012

Dia do Artesão Homenagem a cultura Brasileira.

Dia 19 de março, Dia de São José, padroeiro dos marceneiros, carpinteiros e também dos artesãos. Homenageamos hoje essas pessoas que são o motivo da Vila do Artesão estar aqui, aproximando num mesmo espaço, artistas anônimos e artistas populares com trabalhos reconhecidos.

Desde que o homem se socializou, a necessidade de organizar sua vida o levou de uma forma instintiva, a desenvolver habilidades manuais. O trabalho artesanal era sua alternativa para ter mais conforto, construir suas casas e ferramentas de trabalho. Assim, por necessidade, o homem aprendeu a modelar o barro, esculpir pedras e madeiras e forjar o ferro.Mas o homem tem o sopro divino, foi feito à imagem e semelhança de Deus e sua sensibilidade o fez usar de todas esses talentos para criar o belo. Já sabia criar conforto para a família, mas tinha necessidade de alimentar a alma. E o mesmo barro que modelava panelas e pratos, a madeira das estruturas e o ferro das ferramentas começaram a dar forma à esculturas e objetos.

Hoje, mais evoluídos, não perdemos o gosto por criar e tirar de materiais os mais diversos, formas que agradam os nossos olhos e enchem nossos corações. Hoje, muitos de nós continuamos tirando do trabalho artesanal a fonte do nosso sustento e com o artesanato preenchemos muitos espaços do nosso dia-a-dia.

À todos nós que temos e mantemos em nosso íntimo o instinto do artesão, a Vila deseja um dia muito especial e que muitas bênçãos caiam sobre todos nos dando cada vez mais inspiração e criatividade para continuar com nosso trabalho.

Feliz Dia do Artesão.
Do Texto de CRIS TUREK do site Viladoartesão.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Salve Artesãos

Estamos Oficialmente  no mês dos Artesãos .


Extraído de: Câmara dos Deputados  - 02 de Junho de 2011

Câmara aprova criação do Dia Nacional do Artesão

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Sandra Rosado foi a relatora da proposta na CCJ. A Câmara aprovou nesta terça-feira (31), em caráter conclusivo, proposta que institui o dia 19 de março como Dia Nacional do Artesão. O texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania é um substitutivo da Comissão de Educação e Cultura ao Projeto de Lei 7388/06, da deputada Perpétua Almeida .

Íntegra da proposta: PL-7388/2006
Autor: Agência Câmara

         

terça-feira, 7 de junho de 2011

Boas Iniciativas .

Ninui lança em Paraty projeto de capacitação digital para artesãos

A Ninui inicia neste mês de junho as atividades do Projeto CAICO – Capacitação Digital para Inclusão Comercial – que beneficiará 80 artesãos de comunidades tradicionais de Paraty, formadas por caiçaras, quilombolas, indígenas e caipiras.
O projeto é financiado pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e conta com o apoio do Governo do Estado do RJ, do Banco do Brasil e da Prefeitura de Paraty.
Paraty projeto caico ninui paraty1 Ninui lança em Paraty projeto de capacitação digital para artesãos
Primeiro grupo a ser beneficiado pelo Projeto CAICO: artesãs e costureiras dos bairros Mangueira e Ilha das Cobras - Secretaria Municipal de Promoção Social

O projeto promove a idéia de ajudar os artesãos da região sul-fluminense a vender seus produtos pela internet e surgiu da análise do histórico de dificuldades e limitações que estas comunidades enfrentam para transformar seu trabalho em renda. Após o processo de criação e fabricação de suas peças e adereços, quase todos estes artesãos enfrentam diversas barreiras de logística e de operação comercial.
A Ninui – primeira plataforma brasileira gratuita de negócios – está focada no desenvolvimento de projetos voltados à promoção do comércio justo, apoio ao empreendedorismo e geração de oportunidades de inclusão digital e comercial à população. A empresa tem sede na cidade de Paraty-RJ, de onde coordena vários projetos no Brasil e no exterior, vinculados aos conceitos de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.
Paraty projeto caico ninui paraty2 Ninui lança em Paraty projeto de capacitação digital para artesãos
Artesã do Pouso da Cajaíba, uma das comunidades beneficiadas pelo Projeto CAICO - Foto: Renato Stockler/ Na Lata

O Projeto CAICO terá a duração de 16 meses e beneficiará diretamente 80 artesãos de comunidades caipiras, caiçaras, quilombolas e indígenas da região sul-fluminense. Sua metodologia prevê o desenvolvimento de oficinas voltadas a ensinar os artesãos destas comunidades a montar e manter gratuitamente uma loja própria na internet, através da utilização de recursos de texto, foto e vídeo, técnicas de comunicação e marketing e uso de redes sociais, entre outras.
Visando garantir a qualidade dos conteúdos e metodologias das oficinas de capacitação, a Ninui criou um Comitê de Avaliação permanente do projeto, formado por representantes da sociedade civil, do poder público, do mercado e do terceiro setor. Este comitê fará o acompanhamento permanente das atividades programadas e auxiliará na condução e avaliação do projeto em todas as suas etapas.
As atividades do projeto CAICO serão divididas dentro do seguinte conjunto de conteúdos: Introdução ao programa; Introdução ao comércio eletrônico (Web e Mobile); A loja virtual; Oficina de fotografia; Oficina de vídeo; Oficina de texto; Oficina de e-marketing; Oficina de atendimento ao cliente; Aplicação das técnicas de Texto e e-marketing; Lançamento das lojas; Acompanhamento e apoio pós-lançamento; Encerramento e análise dos resultados.
Paraty projeto caico ninui paraty3 Ninui lança em Paraty projeto de capacitação digital para artesãos
Karina Rehavia, sócia-diretora da Ninui e responsável pela direção executiva do Projeto CAICO - Foto: Renato Stockler/ Na Lata

Como ação de apoio aos artesãos beneficiados pelo Projeto CAICO a Ninui fará o lançamento em outubro deste ano da Casa Ninui Paraty, espaço voltado à capacitação digital e comercial de empreendedores individuais, produção de conteúdos interativos e digitais e comercialização de produtos artesanais das comunidades tradicionais participantes do projeto.
O projeto CAICO contempla ainda em seu conjunto de atividades a criação e operacionalização da Rota do Artesanato, que levará turistas, pesquisadores, estudantes e os próprios artesãos até as comunidades tradicionais participantes do projeto, para que conheçam e vivenciem presencialmente os processos de criação e produção de artesanato em cada uma das comunidades envolvidas.
O projeto CAICO é coordenado pela jornalista Thalita Maiani e tem direção executiva de Karina Rehavia e Roberto Andrade, diretores da Ninui e responsáveis pela implementação dos projetos da empresa no Brasil e no exterior. O Comitê de Avaliação do projeto é coordenado pela professora doutora Mercedes Cywinski.
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
Roberto Andrade – roberto@ninui.com
Cel: 24. 9815 9956 / Tel: 24. 3371 5943
Clipping: http://www.ninui.com/clipping

quarta-feira, 16 de março de 2011

19 de Março Dia Do Artesão



19 DE MARÇO – DIA DO ARTESÃO

 
O artesanato confunde-se com a história do homem, pois a necessidade de se produzir bens de utilidade e de uso rotineiro e até mesmo adornos, expressou a capacidade criativa como forma de trabalho. Há registros de que no ano 6 mil a.C. os primeiros artesãos surgiram no momento em que transformaram elementos da natureza em objetos de uso, através do polimento de pedras, da fabricação da cerâmica e do trançado de fibras animais e vegetais.
Nas cidades medievais as corporações de artesãos estabeleciam regras para o ingresso na profissão e tinham controle de quantidade, qualidade e de preços dos produtos. A corporação também protegia seus associados proibindo a entrada de mercadorias similares às produzidas na cidade e, também, amparavam seus trabalhadores em caso de velhice, doença ou invalidez.
Na América os índios produziam objetos para o uso cotidiano utilizando a cestaria, a cerâmica, a arte plumária e a pintura, com pigmentos naturais. Com o advento dos europeus e dos negros ao Brasil, surgiram novas necessidades, conhecimentos e técnicas de produção. A combinação desses fatores gerou o artesanato genuinamente brasileiro. No Brasil colônia os artesãos eram responsáveis pela produção de bens que atendiam as necessidades das aglomerações humanas que emergiam em todo o território brasileiro. Os artesãos eram reconhecidos pela sociedade e estavam presentes economicamente em quase todas as comunidades.
O crescimento industrial delineou uma outra realidade para o artesanato brasileiro, na medida em que supria o mercado com produtos mais baratos e em larga escala. As oficinas artesanais foram deixando de produzir bens necessários tanto para o cotidiano doméstico, como para o trabalho no campo e nas pequenas cidades. Nesse novo contexto, os artigos artesanais passaram a ter forte apelo cultural, atendendo uma nova necessidade humana: preservar as suas memórias culturais, mantendo vivos o patrimônio imaterial brasileiro e a sua história.
Os artesãos foram os guardiões de grande parte dos conhecimentos relativos aos processos de produção tradicionais empregados em todo o país. Por isso, hoje esses produtos atendem novos nichos de mercado, onde a identidade passa a ser um valor a ser conquistado, num mundo onde a padronização e a globalização ameaçam a individualidade e a diversidade cultural.
As primeiras iniciativas do governo brasileiro em transformar o artesanato de subsistência em atividade profissional remontam à década de 50, quando foi divulgado o primeiro estudo quantitativo de artesãos no nordeste brasileiro. Na década seguinte nos estados do Ceará e Bahia foram identificados os maiores índices de artesãos com capacidades produtivas, cuja comercialização ultrapassava os limites locais da produção. Nessa ocasião, a mulher artesã revelou-se como principal produtora do ramo, contribuindo assim para a suplementação da renda familiar.
Com a criação do PNDA, na década de 70, surgiram diretrizes promotoras do setor. Nos anos 80 percebeu-se a necessidade da valorização dos aspectos culturais, e da formação dos artesãos em organizações cooperativas. Foram estruturados programas de qualificação do artesão e de melhoria da comercialização do produto artesanal, assim como a elaboração e divulgação de um calendário de eventos do setor.
O Programa do Artesanato Brasileiro foi criado nos anos 90, no âmbito do Ministério da Ação Social. Em 1995, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior assumiu a gestão do PAB. Atualmente compõe a estrutura organizacional do Ministério, sob a coordenação do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas, da Secretaria do Desenvolvimento da Produção. Em consonância com as diretrizes do segmento das Micro, Pequenas e Médias Empresas, o PAB está desenvolvendo ações que contribuem para o desenvolvimento e o aproveitamento das vocações regionais, a geração de trabalho e renda, e o apoio ao artesão.
O artesanato tem em si a gênese dos sistemas produtivos atuais, possuindo os requisitos básicos para a promoção do desenvolvimento sustentável, de forma a garantir condições dignas de vida em qualquer ponto do território brasileiro, tendo o artesão como principal agente.
Neste dia, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através do Programa do Artesanato Brasileiro, presta sua homenagem ao ARTESÃO, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento de políticas públicas de fomento do setor artesanal.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

CONVOCAÇÃO PARA A POSSE DO CONSELHO ESTADUAL DO ARTESANATO E ECONOMIA SOLIDÁRIA Na data de 28/02/2011, será dada a posse dos Conselheiros dos CEAES – Conselho Estadual do Artesanato e Economia Solidária,

: CONVOCAÇÃO PARA A POSSE DO CONSELHO ESTADUAL DO ARTESANATO E ECONOMIA SOLIDÁRIA

Senhor (a) Conselheiro (a),
 

Na data de 28/02/2011, será dada a posse dos Conselheiros dos CEAES – Conselho Estadual do Artesanato e Economia Solidária, nas dependências (Auditório) da SST - Secretária de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, sito Avenida Mauro Ramos, 722 – Centro – Fpolis – SC.

Como vossa Senhoria é membro do referido Conselho, segue anexo a este documento a CONVOCAÇÃO PARA A POSSE do mesmo.

Gostaríamos de sua confirmação via e-mail (artesanato@sine.sc.gov.br ou texera@sine.sc.gov.br,  ou pelo telefone (48) 3229:3643 – 9992:0160), até a data de 24/02/2011 para a organização do cerimonial. ( por favor confirme sua presença).

Sua presença é fundamental para a efetivação desta conquista.

Atenciosamente,

Demétrius de Azevedo Moura
Diretor de Trabalho e Emprego
Coordenador Estadual do Artesanato


Luiz Carlos Teixeira
Técnico do Artesanato

domingo, 28 de novembro de 2010

Curso de Capacitação de Artesãos

ESTADO DE SANTA CATARINA
SECRETARIA DE ESTADO DA ASSITÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO.
DIRETORIA DE TRABALHO E RENDA
CEAES – CONSELHO ESTADUA DO ARTESANATO E DA ECONOMIA SOIDÁRIA
PROCARTE – PROGRAMA CATARINENSE DO ARTESANATO

Florianópolis, 24 de outubro de 2010.

Senhor (a) Artesão (ã),
                                              
O Programa do Artesanato Brasileiro – PAB/MDIC, em parceria com o Centro de Desenvolvimento Tecnológico - CDT/UnB e com as Coordenadorias Estaduais do Artesanato, através do Conselho Catarinense do Artesanato – CEAES e Federação das Associações Profissionais dos Artesãos de SC – FAPASC, estará oferecendo Curso de Capacitação de Artesãos com base na prática e no aprender fazendo, tendo por referência a realidade, as condições e a dinâmica de socialização dos artesãos. Esse esforço visa promover o incentivo à implantação de processos de produção mais eficientes e eficazes; o planejamento de ações para o aprimoramento de produtos e processos; a melhoria na qualidade e maior competitividade dos produtos artesanais brasileiros.

            O Evento acontecerá nas dependências da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, na Avenida Mauro Ramos, 722 – Centro – Florianópolis de 13 a 17 de dezembro de 2010, das 8 horas às 12 horas e de 14 horas às 18 horas.

O Conselho Estadual do Artesanato estará disponibilizando para o referido evento 40 vagas para a participação dos artesãos interessados que precisam ter como critério o ensino fundamental completo e exercer sua atividade a mais de dois anos. Serão validadas as primeira inscrições efetuadas via meio eletrônico – artesanato@sine.sc.gov.br ou texera@sine.sc.gov.br  - conselhofapasc@gmail.com  até  o dia 03/12/2010. 

Em anexo ficha de inscrição para preenchimento e posterior encaminhamento, bem como, a programação do curso. Outras informações no e-mail acima ou pelos fones: (48) 3229:3643 - celular (48) 9992:0160 (Teixeira) – (48) 9978:4462.

Atenciosamente,


Demétrius Moura
Diretor Trabalho e Emprego
Coordenador Estadual do Artesanato

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Prezado(a)s Artesãos .Parabens e Muito Obrigado .

 Srs(a).Artesãos Catarinenses

Estou repassando a informação de que foi publicado no Diário Oficial de SC, do dia 14/10/2010, a Nomeção dos Membros do Conselho Estadual do Artesanato e da Economia Solidária.
Isto posto, agora teremos de aguardar o agendamento da data da posse do Conselho e demais atos oficiais, como a eleição da mesa diretora e seu regimento.
Acredito, por informações da SST, de que isto poderá acontecer após o dia 16/11/2010.
Anexei cópia da publicação do Diário Oficial.

Enfim teremos um marco regulatório para o Artesanato de Santa Catarina.


Att
Christian Charles

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Regulamentação de artesanato vai à Câmara.

Projeto de Lei 136/09

Regulamentação de artesanato vai à Câmara

A regulamentação do exercício da profissão de artesão, proposta em projeto (PLS nº 136/09) do senador Roberto Cavancanti (PRB-PB), foi aprovada ontem, em decisão terminativa, pela CAS e vai ao exame da Câmara. O projeto recomenda ainda a oferta de linha de crédito para financiar a compra de matérias-primas, equipamentos e a comercialização da produção. Propõe também a criação de certificado de qualidade dos produtos artesanais, a organização de cursos de capacitação e a criação, pelo Executivo, da Escola Técnica Federal do Artesanato.

SENADO FEDERAL
PROJETO DE LEI DO SENADO - Nº 136, DE 2009

Dispõe sobre a profissão de artesão e dá outras providências.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º
Artesão é toda pessoa física que desempenha suas atividades profissionais de forma individual, associada ou cooperativada.
Parágrafo único.
A profissão de artesão presume o exercício de atividade predominantemente manual, que pode contar com o auxílio de ferramentas e outros equipamentos, desde que visem a assegurar qualidade, segurança e, quando couber, observância às normas oficiais aplicáveis ao produto.
Art. 2º
O artesanato será objeto de política específica no âmbito da União e terá como diretrizes básicas:
I – valorização da identidade e cultura nacionais;
II – destinação de linha de crédito especial para o financiamento da comercialização da produção artesanal e para a aquisição de matéria-prima e equipamentos imprescindíveis ao trabalho artesanal;
III – integração da atividade artesanal com outros setores e programas de desenvolvimento econômico e social;
IV – qualificação permanente dos artesãos e estímulo ao aperfeiçoamento dos métodos e processos de produção;
V – apoio comercial, com identificação de novos mercados nos níveis local, nacional e internacional;
VI – certificação da qualidade do artesanato, agregando valor aos produtos e às técnicas artesanais;
VII – divulgação do artesanato.
Art. 3º
O artesão será identificado pela Carteira Nacional de Artesão, válida
em todo o território nacional por, no mínimo, um ano, a qual somente será renovada com a comprovação das contribuições sociais vertidas para a Previdência Social, na forma do regulamento.
Art. 4º
O Poder Executivo fica autorizado a criar a Escola Técnica Federal do Artesanato, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de programas de formação do artesão.
Art. 5º
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICAÇÃO
O artesanato brasileiro é patrimônio cultural do nosso País.
São milhões de brasileiros e brasileiras que, de alguma forma, estão inseridos no processo de produção artesanal, e grande parcela deles sobrevive exclusivamente da renda gerada por esse trabalho.
Não fosse o artesanato, a linha de exclusão social e econômica no Brasil seria ampliada consideravelmente, impondo aumento de recursos destinados à programas de proteção social como o Bolsa-Família.
Procuramos uma definição jurídica mais contemporânea para a atividade profissional do artesão. Assim, artesão é toda a pessoa física que desempenha suas atividades profissionais de forma individual, associada ou cooperativada.
Estimulamos todas as formas de associação, objetivando dar liberdade ao artesão tanto para produzir como para comercializar sua produção.
Está claro, na proposição, que a profissão de artesão presume o exercício de atividade predominantemente manual, que pode contar com o auxílio de ferramentas e outros equipamentos, desde que visem assegurar qualidade, segurança e, quando couber, observância às normas oficiais aplicáveis ao produto.
Assim, asseguramos ao artesão a utilização de equipamentos essenciais à sua atividade, sem descaracterizar o produto como artesanato.
A identificação do artesão será efetivada mediante a expedição da Carteira Nacional de Artesão, válida em todo o território nacional por, no mínimo, um ano e renovável somente com a comprovação das contribuições sociais vertidas para a Previdência
Social.
A contribuição social é fator importante para a proteção previdenciária do artesão, razão pela qual ele não a deve negligenciar, buscando dentro da legislação de regência o enquadramento como segurado que mais lhe aprouver.
Estimulamos o Poder Executivo a criar a Escola Técnica Federal do Artesanato, dedicada exclusivamente ao desenvolvimento de programas de formação do artesão, que deverão contribuir para que o artesanato se torne um segmento econômico e profissional de grande amplitude.
A par desses argumentos, esperamos o apoio de nossos Pares para o aperfeiçoamento e aprovação deste projeto de lei.
Sala das Sessões,
Senador ROBERTO CAVALCANTI
(À Comissão de Assuntos Sociais, em decisão terminativa.)
Publicado no
DSF, em 09/04/2009.
Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado
Fonte da Informação: http://artesanatosebrae.blogspot.com/ quinta-feira, 8 de julho de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Prezados Artesãos . Muito Obrigado .

A Ana Rutz do Igeof  Solicita    
A TODOS OS ARTESÃOS DE FLORIPA PARA SE CADASTRAREM NO     CADASTRO ÚNICO,